{"name":"Enterrados no Jardim","short_name":"Enterrados no Jardim","theme_color":"#ffffff","start_url":"/","display":"standalone","background_color":"#fff","description":"Diogo Vaz Pinto e Fernando Ramalho à conversa, leve ou mais pesarosamente, fundidos na bruma da época, dançando com fantasmas e aparições no nevoeiro sem fim que nos cerca, tentando caçar essas ideias brilhantes que cintilam no escuro, ou descobrir a origem do odor a cadáver adiado, aquela tensão que subtilmente conduz ao silêncio, a censura que persiste neste ambiente que, afinal, continua a sua experiência para instilar em nós o medo puro. Vamos desenterrar, perfumar e puxar para o baile os nossos amigos enterrados no jardim, e deixar as covas abertas para empurrar lá para dentro aqueles que só aí andam a causar pavor e fazer da vida uma austera, apagada e vil tristeza.","icons":[{"src":"https://deow9bq0xqvbj.cloudfront.net/image-logo/16174871/60854458c4d1acdf4e1c2f79c4137142d85d78e379bdafbd69bd34c85f5819ad_300x300.jpg","sizes":"300x300","type":"image/png"}]}